






Profissional da educação há 28 anos, pedagoga com pós-graduação em Didática do Ensino Básico e Superior. No Centro de Desenvolvimento Cognitivo do Paraná (CDCP), especializou-se em Experiência de Aprendizagem Mediada, Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI) e em Avaliação Dinâmica do Potencial de Aprendizagem. Foi professora e formadora na Rede Municipal de Ensino de São José do Rio Preto e, há 15 anos, exerce a função de coordenadora pedagógica no Colégio Agostiniano São José, contribuindo para o desenvolvimento acadêmico e humano dos alunos.
Tanto a avaliação quanto a intervenção consistem num processo destinado a identificar os componentes do funcionamento cognitivo e a promover o desenvolvimento de habilidades de pensamento. A avaliação dinâmica do potencial de aprendizagem analisa e aprecia o potencial de aprendizagem por meio de testes dinâmicos, enquanto a intervenção propõe estratégias para fortalecer funções cognitivas e operações mentais, como percepção, organização, comparação e raciocínio logico-verbal. Utilizada em diversas áreas da educação e da psicopedagogia, essa abordagem permite criar e implementar planos personalizados para superar dificuldades de aprendizagem, promovendo um desenvolvimento mais eficaz e adaptado às necessidades de cada pessoa.
Um trabalho que visa desenvolver a Modificabilidade Cognitiva Estrutural por meio de desafios cognitivos, incentivando a reflexão, a autonomia e a metacognição.
Propõe estratégias para fortalecer funções cognitivas e operações mentais, como percepção, organização, comparação e raciocínio logico-verbal.
Diferente de uma avaliação estática, a Avaliação Dinâmica avalia a capacidade do indivíduo de aprender e se modificar diante de novos desafios.
Durante as sessões, testes dinâmicos que analisam o potencial de aprendizagem do sujeito são aplicados. Após a aplicação dos instrumentos, é gerado um relatório com o perfil detalhado do funcionamento cognitivo do avaliado, destacando potencialidades, dificuldades e possibilidades de modificação
– Crianças e adolescentes – Estudantes com dificuldades de aprendizagem, déficit de atenção, impulsividade, ou que precisam desenvolver estratégias cognitivas mais eficazes.
– Pessoas com dificuldades cognitivas
– Adultos e idosos – Pessoas que desejam fortalecer suas habilidades cognitivas;
– Pessoas com altas habilidades/superdotação.